“O EP passa muito pelo que é o último single, ‘The Tempest’, algo bem Shakespeariano. Eu já tinha feito algumas coisas focadas em Shakespeare no Unabomber Files, mas este single só tem o título mesmo. Porém, a ligação existe, já que passamos por esta tempestade tumultuada, perdemos dois membros durante a pandemia e tínhamos a responsabilidade de lançar músicas para honrar o nome do The Mist. Falo muito sobre a tempestade que todo mundo passa na vida e a humanidade está passando por uma grande com a pandemia, que nos privou de forças básicas, corrompeu nossas inter-relações humanas nos isolando. Por mais que para muitas pessoas isto pode de alguma forma ser positivo, não é. O homem precisa se reconhecer no outro para conhecer a si próprio”, pontuou Korg. “Sobre o EP, nós focamos muito nas composições e foi um trabalho árduo. Não poderíamos lançar um trabalho qualquer, pois tudo teria que honrar o nosso nome, seja a parte gráfica, as composições e, claro, a mensagem. Mesmo com a pandemia que nos parou e a dificuldade de compor à distância, nos erguemos”, completou.
O produtor e músico Alan Wallace comentou sobre trabalhar com o The Mist. “Foi uma honra fazer a produção do novo trabalho. Por sinal, o meu primeiro show como músico foi uma abertura para o The Mist em 1990, em Belo Horizonte. Este trabalho mostra a nova fase do The Mist e nunca iria imaginar que poderia contribuir com eles de alguma forma”, revelou.
Repertório – “The Circle of the Crow”:
“My Inner Monster”
“Over my Dead Body”
“The Blackmail of God”
“The Tempest”