Resenha: “Domination” – Primal Fear (2025)

Resenha: “Domination” – Primal Fear (2025)

September 9, 2025 0 By Geraldo Andrade

Abrangendo mais de 25 anos de puro Heavy Metal e Power Metal, tendo enfrentado inúmeros desafios desde sua formação em 1997, e tendo repetidamente se erguido de seus pontos mais baixos como uma fênix das cinzas, o Primal Fear está finalmente de volta ao campo de batalha com seu décimo quinto trabalho de estúdio, simplesmente intitulado “Domination”, seguindo seu álbum de 2023 , “Code Red” . 

Após uma recente mudança de formação, que viu a ótima Thalìa Bellazecca se juntar à guitarra e André Hilgers à bateria, ao lado do icônico vocalista Ralf Scheepers, o grande baixista Mat Sinner e o guitarrista imparável Magnus Karlsson, a banda ataca novamente com um trabalho incrivel de 13 faixas, uma aula magistral em guerra sonora que oferece uma barragem implacável de vocais e riffs de abalar o planeta Terra, o Primal Fear está de volta.

“Domination” é o 15º álbum de estúdio, com 13 faixas e vários novos, e ótimos, integrantes. Ainda temos a inconfundível voz de Ralf Scheepers, certamente uma das vozes mais poderosas do Metal, e o cofundador Mat Sinner no baixo e na produção, juntamente com o veterano de 17 anos do Primal Fear, Magnus Karlsson. Entram em cena o novo baterista André Hilgers e a incrivel guitarrista Thalìa Bellazecca.

O novo trabalho começa com “The Hunter”, com melodias vocais com refrão que te faz voar para o céu e riffs poderosos de uma forma que o Primal Fear sempre se destacou, seguido rapidamente por “Destroyer”, fornecendo uma segunda batida contundente impressionante por meio de sua batida forte. 

A terceira faixa, “Far Away”, nos conta a história de uma alma em jornada de volta ao reencontro com um antigo amor; não é uma balada “cafona”, não senhor! Ainda assim, é um som de tirar o fôlego! Ha um toque que lembra Helloween nas melodias vocais.
“I Am the Primal Fear”, que leva o nome da banda, transmite a mensagem de quem é o Primal Fear, que já se tornou a minha favorita.  A ótima “Tears of Fire” é seguida por “Heroes and Gods”, com seu coro sinfônico. 

“Hallucinations” é um instrumental atmosférico com um trabalho de guitarra primoroso, proporcionando um ponto médio distinto do álbum e conduzindo suavemente para “Eden”, uma composição sinfônica magnífica que é uma verificação do que eleva Primal Fear acima de muitos contemporâneos.

“Scream” acelera o ritmo e induz exercícios de balanço do pescoço antes dos riffs arrogantes de “The Dead Don’t Die” e seu refrão, que deixa boa parte da Sunset Strip dos anos 80 nas sombras. O diabo bate à porta em “Crossfire”, antes dos cânticos tribais que introduzem a história de um jovem guerreiro em “March Boy March”, deslumbrante com versos de speed metal e vocais poderosos ​​de Ralf.

Violinos e piano dão um início melancólico à faixa final, “A Tune I Won’t Forget”. O verso fragmentado e falado conduz a um refrão sinfônico poderoso e emocionante, que destaca o poder da voz de Ralf, antes de culminar em um único toque de sino recorrente, celebrando o poder da música.

Primal Fear mais uma vez prova que pertence ao escalão superior da cena, e soa positivamente revigorado com “Domination”, que não deixa dúvidas de que o Primal Fear está indiscutivelmente na vanguarda da cena heavy/power metal! Disparado um dos melhores lançamentos de 2025!

primal fear

Músicas
01-    The Hunter
02- Destroyer
03- Far Away
04- I Am The Primal Fear
05- Tears of Fire
06- Heroes and Gods
07- Hallucinations
08- Eden
09- Scream
10- The Dead Don’t Die
11- Crossfire
12- March Boy March
13- A Tune I Won’t Forget

Geraldo "Gegê" Andrade

Geraldo “Gegê” Andrade blogueiro e vlogueiro a mais de 15 anos. Iniciou sua paixão pelo rock n roll, nos anos 80, quando pela primeira vez, ouviu um álbum da banda KISS. Tem um currículo com mais de 500 shows, de bandas nacionais e internacionais. Um especialista em entrevistas, já tendo entrevistado vários músicos nacionais e internacionais. 

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